5.7.22

Antologia - Poesia Minimalista

 Os poemas Minimalismo e Fragmentos foram selecionados para compor a antologia Poesia Minimalista, organizada pela Toma aí um Poema.





Revista Subtextos - 10ª Edição

O conto Aspirações foi selecionado para a 10ª Edição da Revista Subtextos

A revista está disponível em: https://escritorbrasileiro.com.br/subtextos/




15.4.22

II Intervenção Poética Nacional - Transvê Poesias

Dez poemas de minha autoria foram selecionados para participar da II Intervenção Poética Nacional, organizada pela Transvê Poesias em diversas cidades de todo o Brasil.

12.4.22

Folhinha Poética - 19 de março de 2022

No dia 19 de março, o poema Mitologia estava na Folhinha Poética, um calendário poético que já é organizado há 10 anos e esperamos que se mantenha por, no mínimo, mais algumas décadas.


https://folhinhapoetica.blogspot.com



 

Antologia - Poemas do Eu

 O poema Jardim Zen foi selecionado para compor a antologia Poemas do Eu, organizada pela Editora Persona.

 



6.12.21

Antologia - Como seu eu fosse um poeta resignado - Mondru Editora

A poesia Triunfo foi selecionada para publicação na antologia Como se eu fosse um poeta resignado, organizada pela Mondru Editora, em parceria com o Canal Em Diálogo.


A obra está disponível gratuitamente em PDF no seguinte endereço:
 
A campanha para publicação da obra rendeu uma entrevista publicada no YouTube:

4.8.21

Portfólio dos(as) Educadores(as) de Santa Catarina

Estou entre os autores sugeridos aos professores de Santa Catarina para trabalhar com o letramento literário no gênero Miniconto.

 

E sigo acompanhado de figuras que admiro demais e de referências regionais e nacionais. Uma honra sem tamanho!

 

Para conferir o Portfólio, acesse: https://drive.google.com/file/d/1elEQ5zCpErEsSYK9jWTacZllu-MenPfq/view?usp=sharing







 

25.7.21

Estado lastimável

A construção coletiva 

da intolerância

 

A defesa enfática

da hipocrisia

 

A manifestação popular

pela opressão

 

A homenagem solene

à tortura

 

O diálogo aberto

em prol da censura

 

Os critérios técnicos

para o desmanche

 

Com amplo apoio

da minoria


A triste nação

em Estado lastimável

de febris delírios

sadopatrióticos

31.1.21

Quem é que ousa?

E o povo saiu às ruas em festejos

quando as nuvens de tormenta

daquelas bem agourentas

tomaram certos ares benfazejos


A peste enfim regredia

a fome se empaturrava

e a guerra se inebriava

nas farras de noite e dia


Foi quando então se lembraram

que a morte não se rendera

 e, por fim, se perguntaram:


Quem é que ousa brandir o machado

quando o pescoço sobre o cepo

é justamente o do carrasco?

9.1.21

2º Prêmio Literário Afeigraf

 A poesia Desperdício foi selecionada no 2º Prêmio Literário Afeigraf, organizado pela Editora Scortecci.


Para ler a poesia premiada, acesse: https://naovende.blogspot.com/2016/07/desperdicio.html

24.12.20

O carbono de que somos feitos

Naqueles tempos, as chamas queimavam a olhos vistos, por dias e noites, por meses a fio

E havia ainda aqueles dispostos a incendiar-se, pôr a mão ao fogo, a fim de descobrir de que combustível eram feitos: madeira grossa, cepo úmido, que fumegaria aos poucos a casca e pronto; ou lenha seca e rachada, que consumiria-se plenamente, às cinzas

Havia sempre novas chamas, aqui e acolá, de propósito ou por descuido. Enquanto o céu, tomado de fagulhas e fuligem, ansiava por novos ventos e por chuva, para que a estiagem e o fogo dessem vez, enfim, a novo período de esperança.

25.6.20

Pasárgada

O tempo devorou meus sonhos bucólicos.

Pasárgada tornou-se um balneário, repleto de turistas com paus de selfie, lives e hashtags.

Não se faz mais uma refeição decente por menos de 200 patacas, que é quase meio salário dos que ali trabalham; mas que não moram mais ali, pois o aluguel também subiu após a renovação do centro histórico e os polpudos contratos para a temporada.

Agora, os trabalhadores de Pasárgada moram do outro lado do rio, nos manguezais, em palafitas amontoadas e abalroadas. No tempo das monções, a água, a lama e o óleo das embarcações invadem as casas. O rei sempre lamenta muito, mas lamenta enquanto banqueteia-se cercado por seus novos amigos: os grandes empresários que incentivam o turismo, que administram o porto e que movimentam a economia local.

Vou-me embora de Pasárgada, mas não sei se resta para onde ir.

29.3.20

Revista Subtextos

Está no ar a 1ª Edição da Revista Subtextos, na qual foi publicado o conto A cada um seu fardo.


A revista está disponível para download no site gratuitamente: http://www.escritorbrasileiro.com.br/subtextos

6.3.20

Revista Escritor Publicado

O conto “A cada um seu fardo” foi selecionado para publicação na primeira edição da revista do projeto Escritor Publicado - http://escritorpublicado.com.br/

Levando em conta a média de caracteres e palavras dos meus textos, este é um conto longo. Deve até ultrapassar uma lauda!

16.2.20

Estática

Todas as noites, no horário do jornal, sentava na poltrona no meio da sala, ligava o rádio e propositalmente tirava-o de sintonia

Naqueles tempos inconstantes e nebulosos, a estática, um caos ordenado, mensurável, cientificamente explicável, era a única coisa capaz de mantê-lo são