29.10.12

Entrevista - Taynara Almeida

A jovem escritora Taynara Almeida, de Presidente Venceslau - SP, iniciou uma série de entrevistas com outros autores para seu novo blog. E eu tive a honra de ser o primeiro da fila!

Conheçam mais sobre a autora aqui:


E confiram abaixo o resultado deste bate-papo:


Entrevista

(T.A) A partir de qual idade interessou-se pela escrita?
R. Domit: Desde sempre, mas não a sério. Quando garoto escrevia para divertir os amigos ou provocar suspiros nas amigas. Só em 2007, aos 23 anos, que eu comecei a pensar na literatura mesmo.


(T.A) Qual a sua maior inspiração para escrever?
R. Domit: Cenas do cotidiano. Coisas que acontecem por aí e que eu busco recortar e transformar. Há cenas, frases, rostos e detalhes que se desdobram em histórias inventadas, com um pé na realidade, mas com o outro lá longe...


(T.A) Admira e/ou aprecia as obras de outro autor?
R. Domit: São diversos autores que admiro. Meus preferidos são Eduardo Galeano, Italo Calvino, José Saramago e Albert Camus. Entre os brasileiros, tenho grande apreço pelas poesias de Sérgio Bernardo e de Zeh Gustavo e pelas prosas de Benedito Costa. [eu não queria ficar citando os clássicos e renomados nacionais que todo mundo conhece]


(T.A) Qual o seu primeiro passo rumo ao reconhecimento? Foi fácil?
R. Domit: A Seleção no concurso Luiz Vilela em 2007 foi o primeiro passo. E os concursos literários continuam sendo passos rumo ao reconhecimento. Hoje sou reconhecido como um escritor, o que é bem diferente de ser um escritor reconhecido. Sou mais um entre anônimos, mas os concursos literários tem me alçado, degrau a degrau, nesta carreira longa e árdua. Nada vem fácil, ainda mais pra quem produz literatura no Brasil.


(T.A) Imaginava um dia ser reconhecido como escritor?
R..Domit: Até 2007 eu nem imaginava ser escritor. E só passei a reconhecer-me como escritor e a preencher formulários como tal - no final de 2011, quando veio o segundo livro. Então não deu tempo para pensar nisso ainda.


(T.A) Qual a sensação ao descobrir que tinha talento?
R. Domit: Foi um processo longo de convencimento. As seleções em concursos literários é que me convenceram de que havia qualidade nos textos que eu produzia. A sensação é boa, mas não sei explicar; é bom demais ter seu esforço reconhecido, acho que a sensação é de missão cumprida.


(T.A) Sua família tem lhe apoiado desde o princípio?
R. Domit: Sim. Sempre. Meus pais, irmãos e familiares dão todo o apoio. Quando arrisquei alguns passos, tive a certeza de que essa rede de segurança estava pronta a amortecer uma possível queda.


(T.A) A escrita é sua profissão no momento?
R. Domit: Paralela, sim. Mas tenho um emprego durante a semana, de segunda a sexta, para pagar as contas.


(T.A) Atualmente está a preparo de uma nova obra?
R. Domit: Estou com um nó na cabeça... Entre prosas e poesias, não sei para que lado vou.


(T.A) Após ser escritor mudou algo em sua vida além da rotina?
R. Domit: Tenho viajado um pouco mais, a trabalho, para os lançamentos, e conhecendo muito mais gente de todo o Brasil. A literatura é um criador de laços universal e, com as redes sociais, tudo fica ainda mais fácil- afinal, se a pessoa gosta de um texto e quer comentá-lo, eu, autor, estou ali, a um clique.


(T.A) O que diria aos escritores que não são reconhecidos e que não tiveram oportunidades para seguir carreira?
R. Domit: Acessem http://concursos-literarios.blogspot.com e tirem os textos da gaveta!

21.10.12

Escritor paranaense receberá prêmio literário na ABL

Segue abaixo nota publicada no site Falando de Literatura, do portal Bonde, que é administrado pela escritora curitibana Isabel Furini:


19/10/2012

No dia 26 de outubro, sexta-feira, o escritor paranaense Rodrigo Domit estará na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, para receber o diploma de terceiro lugar obtido pelo seu livro Colcha de Retalhos no Prêmio Humberto de Campos, promovido pela União Brasileira de Escritores.

Rodrigo Domit nasceu em Curitiba, foi criado em Londrina e reside atualmente no Rio de Janeiro. O Colcha de Retalhos, seu segundo livro, é composto por 73 textos curtos - entre contos, crônicas e prosas poéticas - e já havia sido finalista do Prêmio Nacional SESC de Literatura, em 2008, e vencedor do Prêmio Utopia de Literatura, em 2010.

O livro foi lançado em eventos em Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Uberlândia, Uberaba e Sinop.

A versão digital da obra está disponível para leitura online e para download, com um sistema de distribuição peculiar: o leitor decide se quer pagar pela obra e, se optar por realizar o pagamento, também decide qual valor.

Os interessados em saber mais sobre a obra e o autor podem acessar o seguinte site: http://e-bookcolchaderetalhos.blogspot.com.

20.10.12

3º Concurso de Microcontos de Jundiaí

Os contos Barbárie e Caixa de música foram selecionados para compor a coletânea do 3º Concurso de Microcontos de Jundiaí, que é organizado pela prefeitura do referido município.

Nesta antologia, também comemoro a companhia dos seguintes amigos e colegas escritores: Reginaldo Costa Albuquerque, Edweine Loureiro da Silva, Roque Aloísio Weschenfelder, Tatiana Alves Soares Caldas, Geraldo Trombin, Luiz Gondim de Araújo Lins, Maria Aparecida S. Coquemala e Edih Longo.

VI CLIPP - Concurso Literário de Presidente Prudente

A poesia O vulto na cadeira vaga foi selecionada para compor a coletânea do VI CLIPP - Concurso Literário de Presidente Prudente.

Comemoro ainda mais por ter ao meu lado um punhado de amigos escritores que também foram selecionados: Ana Carolina de Souza Alencar, Ana Cristina Mendes Gomes, André Luiz Alves Caldas Amóra, André Telucazu Kondo, Angelo Pessoa Martins, Aparecida Gianello dos Santos, Carlos Bruni Fernandes, Cássia Rosso, Denivaldo Piaia, Edgar Borges, Edgley Silva Gonçalves, Edileuza Bezerra de Lima Longo, Elias Araujo, Geraldo Trombin, Jacqueline Salgado,José Ronaldo Siqueira Mendes, Jussara C. Godinho, Lucas Corrêa Mendes, Maurício Fregonesi Falleiros, Nédia Sales de Jesus, Paulo Franco, Rodrigo Domit, Roque Aloisio Weschenfelder, Rosana Banharoli, Sérgio Bernardo, Sidclei Nagasawa, Tatiana Alves Soares Caldas, Thiago Jefferson, Zanny Adairalba - e espero não ter esquecido ninguém!

Toda Letra e Mundo Livre FM

Por conta do lançamento da versão digital do livro Colcha de Retalhos, concedi uma entrevista ao Portal Toda Letra, que também conta com um espaço - chamado de Um Mundo de Letras - no portal da Mundo Livre FM.


Segue abaixo a matéria publicada:

http://blogs.mundolivrefm.com.br/mundodeletras/2012/10/19/autor-paranaense-inova-ao-disponibilizar-livro-premiado-na-internet/


Autor paranaense inova ao disponibilizar livro premiado na internet
Por Toda Letra em 19 de outubro de 2012

O autor paranaense Rodrigo Domit, que reside atualmente no Rio de Janeiro, inovou ao lançar o seu livro “Colcha de Retalhos” na internet no dia 12 de outubro, em comemoração ao Dia Nacional da Leitura. Rodrigo disponibilizou a versão digital de seu livro, finalista do Prêmio SESC 2008, primeiro lugar do Prêmio Utopia 2010 e terceiro lugar do Concurso Internacional da União Brasileira de Escritores 2012, para leitura online ou download. O pagamento pela leitura da obra e a quantidade monetária devem ser decididos pelo leitor. Segundo Rodrigo, o livro é resultado de dois anos de pesquisa e de exercícios de criação com textos curtos – prosas e poesias. “Por conta disso ele apresenta essa variedade e transição de gêneros, temas, linguagens e estilos. Não consegui vislumbrar outro nome que não fosse este, bem representativo de como produzi e como vejo o livro”, conta.

O autor explica que o principal objetivo de disponibilizar a versão on-line de sua obra é difundir a sua produção, e a internet contribui no sentido de diminuir as barreiras físicas, econômicas e geográficas. “Além disso, o e-book, após a produção do livro impresso, quase não tem custo – o que torna viável esta ‘promoção’. Independente do custo, muitos exemplares impressos foram doados para bibliotecas e deixados em locais públicos, durante eventos como a Cúpula dos Povos, no Rio de Janeiro, FLIP, em Paraty, e Bienal do Livro de São Paulo. Também cabe citar que o e-book ainda é uma incógnita no Brasil, e meu lado pesquisador do mercado editorial fica tentado a saber se e quanto as pessoas estão dispostas a pagar por um livro digital”, explica Rodrigo, que estudava estratégias alternativas de divulgação e distribuição para o mercado editorial e vinha preparando o lançamento em formato digital desde o começo do ano.

O livro impresso foi lançado em dezembro de 2011 e já circulou por eventos no Rio de Janeiro, Paraty (Flip), São Paulo (Bienal), Curitiba, Londrina, Foz do Iguaçu, Uberlândia, Uberaba, Brasília e Sinop (e deve passar por Porto Alegre ainda esse mês). A obra é composta majoritariamente por contos, mas também apresenta crônicas e poesias. O texto conquistou o primeiro lugar no Prêmio Utopia de Literatura em 2010, organizado pela Utopia Editora, de Brasília. Além disso, a publicação também foi finalista do Prêmio Nacional SESC de Literatura, em 2008, e conquistou, em 2012, o terceiro lugar no concurso internacional promovido pela União Brasileira de Escritores (UBE).

Direitos autorais

Em entrevista à Toda Letra, Rodrigo afirmou que a legislação de direito autoral no Brasil, datada de 1998, está defasada por não contemplar todas as possibilidades de produção, distribuição e reprodução que foram introduzidas pela internet. “No entanto, o mercado editorial já está mudando e ainda vai mudar muito, tal qual a indústria fonográfica, que foi obrigada a adaptar-se ao MP3. No meu caso específico, acredito que não vale a pena produzir arte se esta não for inspiradora. Se minha obra for inspiradora a ponto de alguém criar outra obra, em outros meios e suportes, penso que cumpri minha missão. Só não pode mesmo usar meu trabalho para ganhar dinheiro, aí eu me sentiria roubado”, conclui.

11.10.12

3º TOC140 - Concurso de Poesia no Twitter

A poesia Irremediável foi selecionada, entre mais de duas mil inscritas, para compor a antologia com as 100 melhores poesias do 3º TOC140 - Concurso de Poesia no Twitter, uma iniciativa da Festa Literária de Pernambuco (Fliporto).

Nos últimos dois anos, 2010 e 2011, tive o prazer de ser selecionado neste concurso com as poesias Minimalismo e Curiosa; e é um grande prazer ter sido selecionado mais uma vez!

Neste ano, acompanham-me na seleção os seguintes amigos e colegas escritores: Wilson Gorj, Marco Gemaque, Fred Caju, André Kondo, Ricardo Mainieri, Lucas Corrêa Mendes, Edgar Borges, Edweine Loureiro, Elias Araujo, Daniele Freitas, Cesar Veneziani, Graça Carpes, Fabio Cunha, Zanny Adiralba ... e espero não ter esquecido de mais ninguém!


As 10 melhores poesias selecionadas pela comissão julgadora ainda passam por uma votação online - até o meio-dia de hoje - para escolher as três primeiras. Para conferir as selecionadas e escolher sua preferida, acesse:
http://www.fliporto.net/os-10-mais-do-3o-toc140/

7.10.12

Critérios morais em concursos literários

A Revista Continente, de Pernambuco, abriu espaço para o debate e convidou-me a defender um ponto de vista minimamente controverso. Na coluna intitulada Peleja, coube a mim a missão de advogado do diabo: explicar porque, em alguns concursos, são estabelecidos critérios morais de desclassificação:




Depois que grandes fomentadores apresentaram editais com restrições de ordem moral às obras a serem inscritas, o debate sobre a pertinência desse tipo de pré-julgamento mostrou antagonismos. Grande parte dos escritores e críticos, assim como Eduardo Sterzi, enxergam esse tipo de avaliação como um equívoco, mas alguns compreendem a cautela das instituições - é o caso de Rodrigo Domit.


Eduardo Sterzi

Repugna, mas não surpreende que editais de criação literária e prêmios de literatura tenham passado a adotar critérios morais para a desclassificação de autores e obras. Até mesmo editoras comerciais começaram a se valer de tais critérios, conforme se descobre em entrevista recente de um dublê de escritor e editor para a Folha de S.Paulo, na qual esse diz que o principal fator a determinar a contratação de um livro na coleção que dirige, para além do “apelo comercial”, seria a “índole do autor”, sua “ficha limpa”. A adoção de critérios morais pode explicar-se, em parte, por certo conservadorismo, muitas vezes de matriz religiosa, crescente no conjunto da sociedade brasileira. Contudo parece-me que há outra explicação menos generalizante. A sobreposição de critérios morais aos artísticos é coerente com os lugares que nossas instituições têm reservado às artes, não só à literatura, nos dias de hoje. Por um lado, a literatura é encerrada na esfera do espetáculo, incluindo-se aí os concursos e premiações, assim como feiras, festas e festivais ditos “literários”, os quais são, antes de mais nada, autocelebrações do poder institucional de seus patrocinadores. Por outro, a literatura é capturada na esfera pedagógica, subordinando-se ao estudo de componentes suas – a língua e a história – a que, no entanto, não se pode reduzir sem deixar de ser o que é. E o que é a literatura? Mais exatamente: o que é a literatura, quando não se deixa sequestrar pelo espetáculo e pela educação? Ora, se há algo que define a literatura a partir da modernidade (e, lembremos, a própria palavra literatura só passa a existir, em seu sentido forte, com os primeiros modernos: os românticos) é sua negatividade. Negatividade especialmente em relação aos demais discursos sociais, que ela ao mesmo tempo absorve e põe em questão; mas, mais amplamente, negatividade em relação à sociedade e sua moral sempre hipócrita, em relação à história e seus vultos de pés de barro, seus massacres silenciados, em relação a todas as pretensões de verdade única, definitiva. A literatura, experiência extrema da negatividade da palavra em relação à vida como ela é, revela o vazio e o avesso dos grandes nomes (Brás Cubas, por exemplo), das grandes palavras (digamos: Ordem e Progresso). Para qualquer escritor autêntico, portanto, talvez não haja maior reconhecimento que a desclassificação. O que, porém, de modo algum deve diminuir a vergonha, que, frequentemente, não se distingue da rotina das instituições.



Rodrigo Domit

Os critérios morais são frequentes nas definições do que é publicável por editoras e nos regulamentos de concursos literários organizados por instituições particulares ou públicas, mas ganharam destaque recentemente devido à inclusão de restrições no edital das bolsas de criação literária da Fundação Biblioteca Nacional. Nas empresas privadas, os editais são revisados pelos departamentos jurídicos e de marketing, a fim de resguardar a empresa de possíveis processos ou crises institucionais. Atualmente, se uma empresa associa sua marca a qualquer material considerado ofensivo, em poucos minutos circulam pelas redes sociais comentários negativos e ameaças de retaliações. Sendo assim, opta-se por uma censura prévia, para evitar que a empresa venha a sofrer as consequências da publicação e tenha sua imagem associada a conceitos vistos pela sociedade como impróprios. Em outros casos, estabelecem-se restrições porque os textos serão publicados em material destinado a leitores de variadas idades. Apesar de “moralistas”, os concursos do Sesc-DF e das Livrarias Curitiba estão entre os mais concorridos do país e são reconhecidos pela seleção de textos de muita qualidade. No caso dos editais da FBN, parte dos critérios justifica-se pela legislação. Seria absurdo se fosse publicada com verba pública uma obra que caracterizasse promoção política e outros crimes – enfatizo o termo caracterizar! É indefensável, no entanto, o seguinte trecho: “dano à honra, à moral e aos bons costumes de terceiros e da sociedade”. A subjetividade dessas palavras abre espaço para todo e qualquer questionamento de todo e qualquer indivíduo ou instituição que se sintam ofendidos. Se, por um lado, avançamos na defesa de alguns direitos, por outro, mais especificamente na área das artes, esbarramos na incapacidade de separar a expressão artística do crime de opinião: uma coisa é publicar texto que se caracterize como crime, outra é retratar, através da literatura, algum aspecto da sociedade atual tido como abominável, mas que inegavelmente existe. Apesar da discussão, editoras, premiações literárias e instituições fomentadoras nunca foram o caminho preferencial para transgressões. E, felizmente, a boa literatura sempre conquistou e continuará a conquistar espaços alternativos para publicação e circulação.

Jornal Sobrecapa Literal - Ed. 20

Está no ar a edição de outubro do jornal Sobrecapa Literal.

Editado por Ana Cristina Melo, com a colaboração de Alex Gomes, Dag Bandeira, Jp Mariz da Veiga, Bruno Grossi, Fábio Sgroi, Danilo Marques.

Neste mês, escrevo sobre poesia e mudanças, na coluna Sem poesia não dá, feita em parceria com Sérgio Bernardo.


Confiram o jornal aqui:

6.10.12

Clipping - Concurso Literário da Uniso

Saiu no site da Uniso uma nota sobre o concurso literário:
http://www.uniso.br/noticias/NotCompleta.aspx?noticia=3050


Concurso Literário premia vencedores
05/10/2012


A 31ª edição do Concurso Literário premiou os três primeiros colocados nas categorias videominuto e microconto, numa cerimônia realizada ontem à noite, no câmpus Trujillo, encerrando a Semana de Letras.

Nesta edição, que teve como tema “Narrativas/Cenas Urbanas”, foram inscritas 328 obras de autores residentes em diversos Estados brasileiros e também no exterior. A primeira eliminatória selecionou dez autores, sendo cinco em cada categoria.

Na categoria microconto, Tatiana Luques, de Tatuí, venceu com o trabalho “Obrigações”. O segundo colocado foi Rodrigo Domit, do Rio de Janeiro, com “Alice na Cidade Maravilhosa”, e o terceiro, Lenon Silva Alves, de Salto, com “Retratos do Cotidiano”.

Na categoria videominuto, Thiago de Abreu Spinardi “Ogat”, de Sorocaba, ficou em primeiro lugar, com o trabalho “Micro Holy Bugle”. Geraldo Trombin, de Americana, conquistou a segunda colocação com “Vide Verso”, e Nivaldo Joaquim, de São José, ficou em terceiro com “Circo no trânsito”.

O primeiro colocado em cada categoria foi premiado com livro e troféu confeccionado pela ex-aluna de Letras Português/Inglês, Marcela Nohama, e os demais finalistas ganharam livros, além de certificado.

Na categoria de microcontos, além dos finalistas, 55 trabalhos receberam menção honrosa da comissão julgadora. Os textos foram selecionados, inclusive, para compor uma antologia que será editada no formato de e-book, em parceria com a editora Jogo de Palavras.

5.10.12

XXXI Concurso Literário da Uniso (Atualizado)

O microconto Alice na Cidade Maravilhosa conquistou o 2º lugar no XXXI Concurso Literário da Uniso, organizado pelo Curso de Letras da Universidade de Sorocaba.

Além dos cinco finalistas, 54 trabalhos receberam menção honrosa da comissão julgadora e foram selecionados para compor uma antologia que será editada no formato digital, em parceria com a editora Jogo de Palavras.

Destaco na antologia a presença dos amigos e colegas escritores: Angelo Pessoa, Aparecida Gianello dos Santos, Lohan Lage Pignone, Janaína Santos Barroso, Jussára C. Godinho, entre outros.

E destaco o Geraldo Trombin como segundo colocado na categoria videominuto!


Fonte: